2.28.2011

Recomeço

Então...
O Diabo volta à sua forma e recomeça algo sempre mascarado. Não adianta, este veículo também será esgotado tão brevemente meu coração negro seja preenchido pelo estúpido sentimento que é o amor. É notório que o amor me deixa débil, ignóbil e acima de tudo, fraco. Minha natureza é ser forte, poderoso e eterno e me vejo em desvantagem perante meus irmãos e meus filhos. Tentarei ao máximo manter mas é fato que não o farei. Antecipo-me dizendo que tão vasto é o caminho que percorro para me encontrar é a distancia entre o pico e o abismo em que sempre me lanço. É perpendicular minha necessidade de sorver vida e meu asco pelos homens.

Estes malditos e imbecis homens que não sabem o que é amar, doar, ceder.

Sê maldito o homem que me traz à humanidade, devora o que restava da minha alma e agora me abandona, alegando que sua humanidade é superior. Que sua alma passe por Cocytos, Giudeca, Antenora e Tolomea e nunca descanse. Um ultimo feitiço me remonta à Cadernal: "pero a ti, a ti nunca te amaram como te amaba yo!"

Eu sou um demonio de mil formas e cada uma agora empenhar-se-à a esquecer-te.

Enfim, este era meu teste de começo de post. Logo a peçonha tende a se tornar mais severa, maldita, lancinante e feroz.

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