4.28.2011

Bodas de Neve

Je t'aime beaucoup et je voudrais passer ma vie avec toi. 
Je sais que tu es un ange et peut être un diable, mais les plus important c'est que je t'aime exactement comme tu es. 
Je voudrai votre amour tous les jours de ma vie. 
Je voudrais te regarder, t' aimer, te coiseiller et te donner beaucoup, beaucoup, beaucoup d'amour. Tu es le plus important pour moi. Je suis très heureux avec toi!!!!!!!!!....

Palavras in Bodas.

4.25.2011

Conjunto EGO - e sucursais

Passado este tempo, recordo que não fiz a honrosa indicação de um grande amigo-humano, tão imponente neste mundo virtual. Ele - e seus vértices - escrevem com tanta distinção que por vezes penso que estão por ai, a vagar, experimentando realmente um avatar diferente a cada possessão. Porém, lembro que o dono destas entidades é uma mesma pessoa, dotada de um intelecto proporcional à sua necessidade literária.

É cativante, fascinante e intrigante este Prior avatar, chamado André.

Suas obras, se é que devo atribuir a apenas um, enfim:

Conjunto EGO
CREDIBILITER CRIVVS SANCTVS SILVA
INSANVS IMMODERATE SANCTVS SILVA
IRONIARVM FALVS SANCTVS SILVA
NARCISSVS FLORIS-SANCTIS SILVA
OBVMBRATIO DARK SANCTVS SILVA - Mon favorite.
PESSIME PAVCVS SANCTVS SILVA
Andre L S Silva


4.21.2011

Linhas incertas

Mais uma nobre mademoiselle engendrando nossa cultura de subsistência. Excelente escrita, intensa, surreal e com uma manobra arriscada de intercalação de valores. Ou seja, promissora redatora.

Que venha, Débora Brauner.

http://linhasincertasdadezy.blogspot.com/

O menino e o falcão

Conta a lenda que certo dia um pai falcoeiro por tradição, ou seja, criador de falcões e usado na caça, resolveu que era hora de seu filho aprender a nobre arte para prosseguir. Levou o menino à uma montanha conhecida por ser a mais promissora em engendrar falcões para a caça, de onde o próprio pai havia tomado o seu companheiro na arte. No sopé da montanha, explicou como o menino deveria escolher o ninho, batalhar com a mãe falcão se fosse necessário, avaliar os ovos e escolher o melhor filhote para a cria. E tal o menino fez, suportando todas as intempéries naturais possíveis, em busca do seu mascote e futuro meio de sobrevivência.

4.20.2011

Halgrath - Bio

Release date - 2007
Genre - Dark Ritual Ambient
Members - Agratha - Concept, Music and Vocals
Hometown - Russia
Record label - Ambientaria Records

About
Halgrath is the Dark Ritual ambient project with only one member in it. All of the music and voices is Agratha by Halgrath Project. This is a spiritual music of higher souls, which rises through suffering and madness. Released by Ambientaria Records

Description
Halgrath was created in 2004 by Agratha (female opera vocalist from St. Peterburg)

all my tracks aviable to FREE online listening and downloading here (all published or not published exclusive works) - http://www.realmusic.ru/halgrath it is Russian website, so text is cirylic - sorry

Current Location
Russia, St Petersburg

Press contact
ambientaria.records@gmail.com

Website
http://www.realmusic.ru/halgrath
http://myspace.com/halgrath
http://twitter.com/halgrath
http://reverbnation.com/halgrath

4.18.2011

Him Cross

Talvez, expressar seja mais do que escrever. Pode ser interessante sentir, mostrar, compartilhar não só basta. Deixei o post anterior com uma música que não escapa às minhas playlists de tão semelhante eu me considero a ela. É como me ouvir chorando ou repassando preces a qualquer deus menor do que eu.

All You wanted - Sounds Under Radio

All You Wanted - Sounds Under Radio
http://www.youtube.com/watch?v=40fcCjBt_Ms

I am the fold, in the wake
Watch me push her back and break
I lose all my friends, and wash away
All the fractures Ive displayed
But we still, hold on

Cause it was

All you wanted
And all I needed
But all I gave up, now
Could you hold me tighter
When worlds collide
Just hold me down right now

All these lines, in the air
I dont know if anyone would care
Im losing my friends, in the wave
Of all these fragments I cant fake
But we still, hold on

Cause it was

All you wanted
And all I needed
But all I gave up, now
Could you hold me tighter
When worlds collide
Just hold me down right now

Pull me in
Drown my fear
Could you wait another day,
knowing that Ill come back
Ill come back no fear

Cause it was

All you wanted
And all I needed
But all I gave up, now
Could you hold me tighter
When worlds collide
Just hold me down right now

4.16.2011

21:26 HS

Penso somente em viver, sem precisar chorar por tudo aquilo que mereço.

Exceções necessárias

No momento, ignoro a Fera e passo a ser o homem que a comporta, agora, a falar.

Excepcionalmente hoje, eu sinto sua ausência. Todos o que aqui estiveram souberam como permanecer, de um jeito ou de outro e justo aquele que mais está próximo é o mais tolo a ponto de se deixar esquecer. Conflitante, principalmente, pois se busca um abraço sempre quando precisa. Como é volátil este sentimento, como é ínfimo se comparado com as próprias necessidades. Nunca esquecem deles mesmos mas esquecem de mim, não me alimentam e ainda parecem escarnecer disso. Não admito ser deixado às margens. Não mais. Perdurei muito tempo não podendo assumir por completo um amor e agora, passado todo este tempo, não voltarei atrás e te ensinarei como se faz. Não tenho tempo para pegar sua mão e trazer comigo. Na verdade, não quero isso. Este, meus amigos inexistentes e descartáveis, é o desabafo de um homem ferido.

Solenidades (i)


Sumite psalmum et date tympanum
Psalterium jucundum cum cithara
Buccinate buccinate in Neomenia tuba
Insigni die solemnitatis vestræ

Pertence a um conto cristão mas é espiritualmente mais gaélico do que se possa imaginar. Prossigo depois.

Little hebrew child

Once upon a time, 
There was a little hebrew child alone in deep desert, looking for water. I, an ancient priest that region, saw and gone until her. Was night and the sandstorm came violently. That hour, she saw me too and was coming to me, thinking she could be protected. 
With my long arms i'd hug her. She falls at me.
With my long fangs, i'd suck her too. And she dies at my arms, but before i could hear her praying for your god in a song, so quietly:

Ashira el adonnay ki ga'o ga'
Ashira el adonnay ki ga'o ga'
Mi chamocha ba'elim, adonnay?
Mi kamocha ne'edar bakodesh?
Nachita bechasdecha, 'am zu ga'alta
Mashi'yach! Mash'yach! Mash'yach!
That song remained in my mind, until now.. Sometimes, to honor her, i sing it loud..

Pensando como Shaw

Estranhamente hoje não estou me sentindo bem. Ok, talvez não seja tão estranho assim levando em conta o ostracismo que me encontro. Certo, não é estranho. Passo a maior parte das minhas noites queixando-me da estranheza de tudo, do guardanapo novo que uso (que é modestamente francês, bordado num tom carmim fantástico e que guardo numa bela caixa búlgara preciosíssima) até a forma como as pessoas estão encarando este novo dia (pelo que ouço de suas mentes enquanto divago na minha própria).

4.14.2011

Olhos de Fera




"E há dias que me tem posto um não sei o quê,
que nasce não sei onde,
vem não sei como e
dói não sei porquê."

Camões.

Oratio

Tantum ergo sacramentum
Veneremur cernui
Et antiquum documentum
Novo cedat ritui
Præstet fides suplementum
Sensuum defectui

O sacramento tão grande
Veneremos curvados
E a antiga lei
Dê lugar ao novo rito
A fé venha suprir
A fraqueza dos sentidos

Saber X Poder - Para humanos

Uma dúvida sempre assola os que se consideram incógnitos: por que há esta necessidade de interação? Nos últimos dias, estive em contato direto com pessoas figurativamente conhecidas e hoje, passado este tempo, volto a me perguntar.
Tentando ainda me desvencilhar do que havera, imerso em pseudo-epígrafos eu permaneço pensando. Por que as pessoas julgam sempre conhecê-lo por pequenos fatos em que participaram de sua vida. Ou ainda mais, pela Lei crônica da Genérica?

4.11.2011

E após

E após o Vermelho, Harpócrates fala:

Não sois o que pensares de si pois tal feito já era antecipado. És portanto o que menos espera pois o que tens fora tomado e o que permanece está sob custódia de Celestes. Não tomas o fardo do que não o pertence pois serás além de inquisidor a presa cativa, conforme havera dito, e não tens o julgo para tal. Se hás nome Vermelho, saberá do que vos falo quando a ti venho, do reino desconhecido sem nome, para estar convosco como sempre fizera. Oh, doce amigo e amante.

Vermelho, conforme havia dito

Eu queria ter sido mais vermelho, mais impuro. Ter deixado instintos adormecidos voltarem à vida e tomar o que me pertencia por estar entre, por tanto tempo.
Neste momento encontro-me fraco, exausto e rejubilando com um doce som gótico e belíssimos chorus com vozes tão celestes quanto as que devorei enquanto no céu estive. Talvez a fraqueza seja uma constante em minha vida, fato que a cada dia eu mais me exaspero por permitir que chegue a tanto.
Dentro deste mesmo conceito me vejo inerte em mares bravios, não por opção mas pela necessidade de autocontrole elevada pelo histórico de rompantes dolorosos a ambas as raças. A música sombria vai e volta, sempre constante, amaciando minha fraqueza pois como demonio que sou, captivo, consigo armazenar as informações que me são passadas até em nível subintelectual.
No alto da minha torre de vidro partido eu permaneço delirante, louco, enraizando cada vez mais numa terra que não me dá sustento nem abrigo já que me abasteço do que possuo guardado com uma mísera bactéria autofagocitária imberbe. Continuo lá, observando meu reino de partidos e quebrados, sangue, dor e vermes soberanos. Talvez se eu pudesse ser mais vermelho, mais cantabile fazendo deste meio  uma criação mais trabalhada, não precisaria me manter preso às canções alheias. Perco a sobriedade com facilidade, imerso em aromas humanos e seus desejos que me consomem.
Novamente, me encontro alheio e ausente, não imaginando como palavras ardis disparam de minha mente e tomam forma neste reino de caracteres rebuscados e intrinsecamente desnecessários. Não sei o que faço agora a não ser expelir este consumo desenfreado de presenças magnificas.
Enquanto escrevo vejo os anjos que me acompanham, vejo cada um deles tomando forma e deixando que suas lágrimas rolem de suas faces cor de cobre, porém acho que eles não sabem que eu os vejo. Como figuras míticas eles são superiores e nem sempre sábios como são pintados. Não acredito que mostrariam suas lágrimas a mim, e também não acredito que sejam por minhas falhas. Eu sou vermelho, isso eles sabem, mas não fazem sequer a mínima noção de onde eu venho e por que eu ainda estou aqui.
Vermelho, é talvez o que me diferencie deles. Mesmo tendo uma origem paralelamente comum e uma evolução ramificada do mesmo.
Não há margem para seguir um espaço físico, perco-me no que falo pois já não sei o que sou e por que falo, se me foram roubadas as penas e a tinta.
Ouço ainda o reverberar da belíssima musica, funesta, sangrante, cortante, lasciva e que me acompanha, tentando fazer meu coração dilacerado tomar nova forma porem contando como trabalho impossível. Não será possível ressuscitar o que é perdido?

Menos Vermelho eu seria se passasse tudo isso adiante?

É um árduo trabalho, digo. E eu não o assumo para mim ainda. Deixo-me nas mãos dos que se acham no direito de herdar a vida de quem não a possui mais. E que seja feito o trabalho do Sol se for a necessidade dos impuros.

Me despeço,
O Vermelho.

4.08.2011

Nebulosa de Hélix - ou o Olho de deus

Nebulosa de Hélix, também conhecida como A Hélix ou NGC 7293 é uma nebulosa planetária localizada na constelação deAquarius.

Descoberta por Karl Ludwig Harding, provavelmente antes de 1824, essa nebulosa é uma das nebulosas mais próximas da Terra. Sua distância da Terra é de aproximadamente 700 anos-luz (700 parsec). Ela é muito parecida à nebulosa do anel, que têm tamanho, idade e características físicas parecidos à nebulosa do Haltere, sendo diferentes apenas em suas proximidades e aparência de um ângulo equatorial. A nebulosa de Hélix já foi chamada várias vezes de Olho de Deus na internet.

Durante a uma tempestade de meteoros Leonídeos em novembro de 2002, os controladores viraram o Hubble para o proteger por cerca de meio dia. Felizmente, a Nebulosa Helix estava quase que exatamente na direção oposta à chuva de meteoros, assim o Hubble pôde fotografar a nebulosa enquanto esperava a tempestade passar.

Nebulosas planetárias como a Helix são formadas no final da vida de uma estrela (como o Sol) por uma corrente de gases que escapam da estrela morrendo.

Nebulosa de Hélix

Yeux

Então chegamos a um ápice aqui hoje. Rumando através de um peristilo temporal criado por mim, sento-me à beira da insanidade.

Escondo meus olhos por que tenho medo não de enxergar, mas de ser visto por através deles. Por trás de meus olhos brancos há uma alma tão densa e funesta quanto possível mas eles não vêem, tacham-me do que querem, por ser assim, diferente. Não temo a irie dies nem tampouco o que venha das mãos humanas, mas receio que meu tempo esteja acabando por opção. Mesmo após tanto passado ainda conservo-me com dotes e defeitos que não deveria e o primordial é aceitar, ao invés de repelir. Eles tentaram comprar uma estrela, a mais próxima, e não obtiveram êxito. Tentaram suprimir e suplantar o que era antigo e falharam. Tentaram supervalorizar o que são e cairam ainda mais. Mesmo de tão longe.

E há quem ainda não acredite, mesmo ouvindo. Não confiam nos deuses dos mares, dos ares e da terra mas se colocam nesta posição. Tornam-se deuses de si, nunca inferiores.

Com tudo isso, meus olhos tornam-se carmins como o fogo da abóbada que pinto.

Eles tentaram comprar sonhos e imputí-los à almas. Não é tão dificil viver uma vida, por que corrompê-la?

Eu sou a estrela do Norte e falo entre vocês, assim como falo do Afelio ao Periélio deste cosmo.

Parafraseando

Não chores mais o erro cometido
Na fonte, há lodo; a rosa tem espinho
O sol no eclipse é sol obscurecido
Na flor também o inseto faz seu ninho

Erram todos, eu mesmo errei já tanto
Que te sobram razões de compensar
Com essas faltas minhas tudo quanto
Não terás tu somente a resgatar

Os sentidos traíram-te, e meu senso
De parte adversa é mais teu defensor
Se contra mim te excuso, e me convenço

Na batalha do ódio com o amor
Vítima e cúmplice do criminoso
Dou-me ao ladrão amado e amoroso

Shakespeare, W.

Horda

Ouço os gritos inumanos de hordas celestes que me perseguem.
O que poderiam querer eles, mais de mim, se o que já tem somam mais do que precisam?
Vossas vozes, ressonantes, refrigeram meus olhos e a dor é insuportável.
Entre flores e pergaminhos encontra-se a impureza dos preceitos primevos dos Filhos de Adão.
E eu, tão somente renegado, não fujo ou esmoreço. Não oculto. Revelo a minha atual sede de sangue de prata e penas. Parafraseando o Uno quando ele diz "Mil cairão ao meu lado e dez mil à minha destra" mas que não se referia ao flagelo que eu seria entre a sua criação e que suas quedas seriam por minhas mãos e pela Glaura de fogo e sombra.

4.07.2011

Dark Ambient & Isolationism


Dark Ambient sendo um subgênero da Música ambiente tem como característica a diversidade (apoiando-se em estilos como: Música Industrial, Noise, Darkwave, Black Metal).

Surgindo entre os anos de 1980 e 1990 onde a música passou por grandes evoluções em termos de novas tecnologias para a criação, desenvolvimento e modo da fazer a música. Sua música traz um tom obscuro, denso, enigmático, desconcertante e oculto.


Mais em
Wikipedia - Dark ambient


O termo Isolationism, também conhecido como Pós-Industrial, foi cunhado por Kevin Martin, o homem por trás de projetos como GOD e Techno Animal. A sua primeira aparição na mídia impressa foi na revista britânica Wired, em dezembro de 1993, num artigo escrito por Martin; era uma denominação para um tipo de Música ambiente mais "sinistra" que surgia na Europa, em meados da década de 1990. A consagração definitiva do termo veio com a coletânea Ambient 4: Isolationism (1994), um disco duplo que era praticamente um catálogo do estilo.

Mais em Wikipedia - Isolationism 


O Elefante e a Corda

Eis o procedimento adotado pelos treinadores de circo, para que os elefantes jamais se rebelem – e eu desconfio que isso também se passa com muita gente.

Ainda criança, o bebê-elefante é amarrado, com uma corda muito grossa, a uma estaca firmemente cravada no chão. Ele tenta soltar-se várias vezes, mas não tem forças suficientes para tal.

Depois de um ano, a estaca e a corda ainda são suficientes para manter o pequeno elefante preso; ele continua tentando soltar-se, sem conseguir. A esta altura, o animal passa a entender que a corda sempre será mais forte que ele, e desiste de suas iniciativas.

Quando chega a idade adulta, o elefante ainda se lembra que, por muito tempo, gastou energia à toa, tentando sair do seu cativeiro. A esta altura, o treinador pode amarrá-lo com um pequeno fio, num cabo de vassoura, que ele não tentará mais a liberdade.

4.06.2011

Morte da Colibri

Morreu rápido a colibri. Morreu rápido, fácil, sem dores ou aflições.

Morreu como um passarinho. Sua única tristeza, ao partir, parecia a certeza de que, como todos os colibris, o esposo morreria assim que ela abandonasse o mundo. Pois é sabido que um colibri não pode viver sem a sua companheira. Jamais houve um colibri que conseguisse resistir à morte da fêmea, eis a suprema grandeza de um amor. Mas como a colibri sabia disso, isso também sabia o dono do colibri viúvo. E, assim que a colibri morreu, o esperto dono, rapidamente, colocou diante do colibri vivo um espelho perfeitamente polido para que a avezinha não sentisse a falta da companheira. E como tal se buscava, tal se deu.

O colibri, que era míope ou narcisista, vendo-se refletido no espelho, considerou duplicada a sua vida e, assim, continuou vivendo, contarriando a lenda e a ornitologia. Mas lá veio o dia fatal em que um moleque atirou uma pedra na gaiola, tentando acertar o colibri. Não acertou o colibri mas acertou o espelho.

E logo, num minuto, olhando em volta, atônito, apalermado, o colibri entrou em pânico, em agonia, e sucumbiu.

O médico chegou apenas a tempo de constatar a morte declarar a causa: morreu de espelho partido.


Moral : Ninguém pode viver sem o reflexo da própria imagem.

ConSono - Biography

ConSono

ConSono biography

Formed in Södertälje, Sweden, 1990 by Jens Lindh and Magnus Bjärlind - disbanded in 2006.

1991 saw the release of their first cassette Onus Uteri, featuring eight tracks ranging from tribal sounds to experimental industrial. Onus Uteri was released on Sound Source, a side label of Cold Meat Industry.

ConSono contributed to a number of international compilations between 1991 and 1995, such as Le Cenacle, Karmanik Collection, Death Odors and more... Some of the tracks were reissued in 1995, when the album Hymns of Deceased Deities was released on Cold Meat Industry. The first edition was released in a special digipack sleeve with a 14-page booklet.

1998 brought the Ignoto Deo album, which was a substantial change in musical direction. The change in style was described by a lot of reviewers - one example was Outburn (USA): "[the]music itself is sensuous and alive, full of quirky rhythms that seem to slip away into darkened alleys; of cadences that whisper and timbres that breathe; of sonorous vocals that narrate the tales that compliment the delicate atmospheres created here; of lyrics that further enhance the mood". Another reviewer wrote: "NeoClassical-tinged compositions with a touch of Goth here and there and excellent evocative male vocals".

Longing - ConSono

Longing (Magnus Bjärlind)

Into the dark abyss I fall
Not expecting to reach any floor
Laughing demons have torn my soul
I pray to be unable to feel anymore

Hoping my voice will reach your tower
Tell me what you have been longing for
The walls have fallen around your garden of lust
Flowers dead and never found

I let the dust run through my fingers
Into the disappearing ground


I have been sitting up all through this night
To see the stars fall down
And when they fall they fall into my eyes
And make all light go out

Your image appears in the splintered mirror
Just to fade away again
Reflected in the broken glass
A beginning and an end

You are above me in a shimmering light
Yet I know it is best you don't descend
I gaze into the darkness and I know
The light of this dawn is a new one

And when the colours return then I will see
An essence there a stronger sun
I have been longing for you
Something missing it is true
What you have been longing for

(clique no link-título e poderá baixar direto do site da banda http://www.consono.se/ )

4.05.2011

Viderunt omnes

Viderunt omnes


Por peu li cuers ne me parti
Qu'ele me fait douner congié

Por pou le cuer ne me parti
Quant à la bèle pris congié

Por peu ne sui departis
De cele dont n'aurai congié



Todos viram


Por pouco meu coração não me deixa
Quando ela se despediu de mim

Por pouco meu coração não me deixa
Quando da bela eu me despedi

Por pouco não me separei
Daquela de quem jamais eu abandonaria

Evangeline



Evangeline, Minha Estrela Fatal, mostre a eles seu esplendor mesmo ante a aurora. Conceda aos corações apertados e secos um despertar natural. Sê Mãe e inimiga, para que mesmo entre as nuvens possa observar e punir os que merecem. Respire em mim e goze!

Toma parte do reino que me pertence pois eu o cedo a você para que faças o meu trabalho. Julgue e trace seus destinos. Nove vezes nove eles minguarão e definharão e sua aura será eternamente congelada para habitar os meus olhos.

Evangeline, guie-se e faça.

Fallen

They try to catch a fallen star.

É saber que estou com a você a todo momento, é sentir, ouvir e presenciar cada fato importante do que acontece em nosso mundo colidido. Coeso, incoerente, fronteiras quebradas e corações margeados de uma mata espetacularmente projetada para delimitar a razão. Consolo da emoção. Cofres e eflúvios, sendo deus de mim mesmo. Parte besta e parte homem.

É estar quando você estiver, aquecê-lo quanto estiver gelado e elevá-lo quando estiver cabisbaixo pois não há nada na Terra mais precioso do que você. É ser ao seu lado. É querer um filho seu. É enumerar os motivos para não nos preocuparmos com o amanhã estando ele ainda num espaço desconhecido. É saber que minha história será escrita pelo meu sangue e que você permanecerá, adiante, para sempre, mesmo que eu me vá brevemente.

É tentar pegar uma estrela cadente sem ter a noção de que ela vive. Fazer prisioneira uma alma partida e tentar cativeiro a quem precisa de proteção.

Eu hei nome Cavaleiro e tu hás nome Margem Alva do meu Conhecimento. Desejando e antevendo, perseverando, esforço coletivo, mútuo, presença e ausência, desconexão.