Estranhamente hoje não estou me sentindo bem. Ok, talvez não seja tão estranho assim levando em conta o ostracismo que me encontro. Certo, não é estranho. Passo a maior parte das minhas noites queixando-me da estranheza de tudo, do guardanapo novo que uso (que é modestamente francês, bordado num tom carmim fantástico e que guardo numa bela caixa búlgara preciosíssima) até a forma como as pessoas estão encarando este novo dia (pelo que ouço de suas mentes enquanto divago na minha própria).