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3.25.2011
Certain as Moon
Não queixo-me do árduo trabalho que tive, agora estão importados todos os devaneios anteriores. Para divulgação da insanidade antiga, não tenho certeza, mas estão à disposição para quem quiser. Tão certo quanto a Lua, minha vaidade me supera novamente.
3.23.2011
Bonança
Eu sempre estive seguindo pelo silêncio mas descobri que ainda pode haver vida no coração morto do Pierrot, se ele se dispuser.
Enfim, era só uma prévia do recomeço. Mais coisas virão, conforme prometido.
2.28.2011
Recomeço
forsaken by
Lean, do sorriso aparente
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Então...
O Diabo volta à sua forma e recomeça algo sempre mascarado. Não adianta, este veículo também será esgotado tão brevemente meu coração negro seja preenchido pelo estúpido sentimento que é o amor. É notório que o amor me deixa débil, ignóbil e acima de tudo, fraco. Minha natureza é ser forte, poderoso e eterno e me vejo em desvantagem perante meus irmãos e meus filhos. Tentarei ao máximo manter mas é fato que não o farei. Antecipo-me dizendo que tão vasto é o caminho que percorro para me encontrar é a distancia entre o pico e o abismo em que sempre me lanço. É perpendicular minha necessidade de sorver vida e meu asco pelos homens.
Estes malditos e imbecis homens que não sabem o que é amar, doar, ceder.
Sê maldito o homem que me traz à humanidade, devora o que restava da minha alma e agora me abandona, alegando que sua humanidade é superior. Que sua alma passe por Cocytos, Giudeca, Antenora e Tolomea e nunca descanse. Um ultimo feitiço me remonta à Cadernal: "pero a ti, a ti nunca te amaram como te amaba yo!"
Eu sou um demonio de mil formas e cada uma agora empenhar-se-à a esquecer-te.
Enfim, este era meu teste de começo de post. Logo a peçonha tende a se tornar mais severa, maldita, lancinante e feroz.
O Diabo volta à sua forma e recomeça algo sempre mascarado. Não adianta, este veículo também será esgotado tão brevemente meu coração negro seja preenchido pelo estúpido sentimento que é o amor. É notório que o amor me deixa débil, ignóbil e acima de tudo, fraco. Minha natureza é ser forte, poderoso e eterno e me vejo em desvantagem perante meus irmãos e meus filhos. Tentarei ao máximo manter mas é fato que não o farei. Antecipo-me dizendo que tão vasto é o caminho que percorro para me encontrar é a distancia entre o pico e o abismo em que sempre me lanço. É perpendicular minha necessidade de sorver vida e meu asco pelos homens.
Estes malditos e imbecis homens que não sabem o que é amar, doar, ceder.
Sê maldito o homem que me traz à humanidade, devora o que restava da minha alma e agora me abandona, alegando que sua humanidade é superior. Que sua alma passe por Cocytos, Giudeca, Antenora e Tolomea e nunca descanse. Um ultimo feitiço me remonta à Cadernal: "pero a ti, a ti nunca te amaram como te amaba yo!"
Eu sou um demonio de mil formas e cada uma agora empenhar-se-à a esquecer-te.
Enfim, este era meu teste de começo de post. Logo a peçonha tende a se tornar mais severa, maldita, lancinante e feroz.
1.01.2011
Flames
"I've return.
From all Hells flames, i'm here."
Lioncourt, L.
Recomeço sem saber como. Minha intenção era começar a dividir as personalidades. Fato que L. Lioncourt existe tanto neste macrocosmo quanto qualquer outro dos conhecidos. Nada muda. Falar sobre mim, de mim, comigo, para mim ou ouvir. Nada muda.
Poderia eu ficar, poderia eu sair? Muitas dúvidas.
Estimulado pela crescente onda de fatos levianos e absolutos trago à tona novamente o real, o sensível, o imaculado e o sacrossanto L. Lioncourt. Uma personalidade que não se mantém por si só, precisando das outras para se alimentar e fazer de si um pilar.
Não há como ir, não há como ficar.
Pensar em proteger a Matéria Divina.
Ouve-se pouco e fala-se muito. Chega.
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