3.01.2011

Sangue impuro

Chamam-no de sangue impuro.

Eu chamo de vislumbre do que os deuses podem oferecer sem estarem presentes. São as crianças de um deus-menor, infantil, rancoroso e alheio à desgraça. É um bem alcançável mas não dividido por quem o possue. Falo por mim que ao longo da existência compartilhei com apenas três dos seres viventes que possui.

É um sangue poderoso, escuro, indelével e não-volátil.

E um teste, sempre.

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