Não sei quando devo agradecer um comentário e quando repudiá-lo. Fico deveras confuso com relações humanas singelas. Caso uma pessoa culta diga que trata-se de ficção algo real, como reagir? Levem em consideração a humanidade pertinente ao emissor. Mesmo o humano culto ainda está abaixo do nível de compreensão da Quinta Visão, isso é de consenso mas e quando isso o torna depreciador, é válido subjugar?
E mais, quando a sua cultura o transforma num seletor incoerente é vantagem ignorar ou aprender de certa forma a moldar uma realidade cautelosa, como já havia falado?
Possuo um extremo orgulho, todos podem ver. E com isso não admito ser tomado ou subestimado. Falar do que se conhece é confortável, fingir conhecimento é vaidade e estabelecer uma regra e uma fronteira para isso é dever do interventor. Não venha a mim com sede pois eu não daria a você o que beber, é a minha regra.
Meu trabalho é Tríplice, como o de Hermes fora, mas concordamos que "vir a mim com pouco é sua destruição pois o que sabe será seu, mas o que não sabe lhe será tirado". Logo, pensando comigo e com Hermes, chego a conclusão que filosofia de auto-didatismo nem sempre é a maior jogada para alguns.
Falei et dix.
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