Não há mais destino provável. Meu chão - como se fosse necessário - está ensaguentado e da poça não consigo sair. Caio no meu sono profundo protetor, como um fantasma. Notei que não tenho mais sombra, provavelmente é culpa dele. Teu feitiço sobre mim é inominável.
Mas eu não desistirei da minha possessão e da posse, dele. Nem com flores secas sobre meu caixão! Não posso mais me comunicar com os mortos como antes mas de certa forma meu poder aumentou agora. Como parte de minh'alma pertence ao reino, posso de maneira inconstante e sem aviso controlá-lo. É a sua voz que quero ouvir ao despertar, no crepúsculo.
Meu corpo está marcado da minha auto-flagelação.
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