3.08.2011

Poissons (iv)

Todos mortos.
Envenenados com cicuta.
Não há mais Esperança, ela se foi quando adentrou cegamente o Muro dos desesperados, em busca de alguma espécie de subterfúgio lúdico.

Não peço perdão, inclusive.

Tampouco deixarei de ser Pássaro, ainda.

Nenhum comentário: