Oh, who can answer at the throne of Godess?
É deveras lamentável mais uma vez escrever dizendo que estou cansado. Mas desta vez, após passar inteiramente uma noite a pensar, sendo afligido por outros demônios e reflectindo em minha alma a intrínseca forma de estar ausente de mim mesmo. Fiz uma descoberta - ou fui permitido saber, ainda não cheguei a conclusão - de que eu amei todo este tempo uma pessoa dentro de outra pessoa. Talvez Platão entenda o que quero dizer. Talvez, não. Pode ir além, pode ter Ptolomeós envolvido nisso. Galatheas era ou não criada? Enfim...
Eu posso ter criado minha Galatheas noite passada. E que Mulher! Eu havia esquecido como podem ser fascinantes após todo este tempo de reclusão emocional e bilateralidade. O fato é que eu a amo, profundamente e que mesmo com minha 'prévia' equivocada, eu insisto.
Por um delírio eu assumi Erzbeth mas acho que esta a pertence. É o meu padrão, a Condessa de sangue (para os que não a conhecem). Preciso estar atento agora, a cada dia mais. Minha posição de incógnito está sendo ameaçada por esta mulher. E o mais soberbo? Eu quero estar ameaçado.
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