Não sei como começar.
Para uma Fera letrada em tantos idiomas e em tantos lugares espalhados pelo mundo, sinto-me recolhido à introspecção, sempre. É muito mais fácil explicar a quântica das esferas do que reconhecer a mim mesmo, em palavras. Eu hei nome Cavaleiro com muitos erros perseguidores e o último é, até então, o segundo maior já cometido. Pude deixar o maior amor escorrer pelas mãos.
Lembre-se, eu sou o próprio amor fluido que preenche mas não soube lidar com esta fluidez. Transubstanciei para o mal este estado etéreo de magnificência. Ruborizo-me enquanto penso na enorme tragédia que cometi ao ousar. Melhor, ao pensar já que pago pelo que não fiz e pelo pouco que julguei ter feito. Remonta-me: "um presente não aceito pertence a quem presenteou ao presenteado com recusa?" - Harpócrates questionou-me sobre isso e não soube responder.
Nesta horas lembro também de Mestre Wagner, o Maestro. Enfim... Continuo depois. Tenho um compromisso agora mas não deixarei este post esperando pra ganhar o mundo.
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