2.05.2012
A Sabedoria daquele que nasce sem nascer
Filhos, diverge de, Cria.
O que é criado se mantém subserviente enquanto a herança genética progride de forma incomensuravelmente suja.
Não sei o que escrevo pois minha sanidade fora tomada junto ao primeiro copo de algo destilado e fermentado, conhecido como bebida boêmia. Se é que alguma vez houve sanidade no caracter que assumi quando optei por acqui viver.
Regredir à paralelidade da inexpressão, oh!
Foge o que eu havia de dizer, sinto sua falta, me coração exaspera. Mantenho em minha mente vermelho, dragão e paixão. O que nos une? Desejo. O que nos separara? Desejo. Arma vil na mão daquele que não a conhece. Mesmo com tanto tempo passado aun não aprendi a me expressar no idioma correcto na hora correcta. Embaralho teera andelevashurikôva delemanto de mantiekéis kanto avec le históire que je necessite avire. Pinto meu muro de cores pálidas, envergo a proteção com minhas asas. Trinta e seis pares era o quanto eu tivera, agora, mantenho a mente do anjo no corpo débil do homem.
Perco o equilibrio, sinto aromas de mortos e vivos. Mortos que eu queria afastar, vivos que eu queria possuir. Torpe, em minha necessidade de sangue. Supérfluo no que preciso ver ainda antes de ter certeza das minhas possessões. Não falo com conhecidos, atenho-me aqueles que nunca vi. Escrevo ora para ser compreendido e amado ora para ser esquecido e afastado. Não sei o que escrevo agora, apenas o que a mente embriagada me sugere.
"Me tornei insano, com terríveis momentos de sanidade" - dizia Poe. Estranhamente agora é meu momento de sanidade, como dissera êxodo de mim mesmo em mim. Desconhecendo mãos e pensamentos, ouvindo músicas que deveriam ter sido esquecidas desde antes do primeiro homem conhecer a fala. Não adianta, mantenho-me anjo!
Oh!
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