4.07.2011

Dark Ambient & Isolationism


Dark Ambient sendo um subgênero da Música ambiente tem como característica a diversidade (apoiando-se em estilos como: Música Industrial, Noise, Darkwave, Black Metal).

Surgindo entre os anos de 1980 e 1990 onde a música passou por grandes evoluções em termos de novas tecnologias para a criação, desenvolvimento e modo da fazer a música. Sua música traz um tom obscuro, denso, enigmático, desconcertante e oculto.


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O termo Isolationism, também conhecido como Pós-Industrial, foi cunhado por Kevin Martin, o homem por trás de projetos como GOD e Techno Animal. A sua primeira aparição na mídia impressa foi na revista britânica Wired, em dezembro de 1993, num artigo escrito por Martin; era uma denominação para um tipo de Música ambiente mais "sinistra" que surgia na Europa, em meados da década de 1990. A consagração definitiva do termo veio com a coletânea Ambient 4: Isolationism (1994), um disco duplo que era praticamente um catálogo do estilo.

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O Elefante e a Corda

Eis o procedimento adotado pelos treinadores de circo, para que os elefantes jamais se rebelem – e eu desconfio que isso também se passa com muita gente.

Ainda criança, o bebê-elefante é amarrado, com uma corda muito grossa, a uma estaca firmemente cravada no chão. Ele tenta soltar-se várias vezes, mas não tem forças suficientes para tal.

Depois de um ano, a estaca e a corda ainda são suficientes para manter o pequeno elefante preso; ele continua tentando soltar-se, sem conseguir. A esta altura, o animal passa a entender que a corda sempre será mais forte que ele, e desiste de suas iniciativas.

Quando chega a idade adulta, o elefante ainda se lembra que, por muito tempo, gastou energia à toa, tentando sair do seu cativeiro. A esta altura, o treinador pode amarrá-lo com um pequeno fio, num cabo de vassoura, que ele não tentará mais a liberdade.

4.06.2011

Morte da Colibri

Morreu rápido a colibri. Morreu rápido, fácil, sem dores ou aflições.

Morreu como um passarinho. Sua única tristeza, ao partir, parecia a certeza de que, como todos os colibris, o esposo morreria assim que ela abandonasse o mundo. Pois é sabido que um colibri não pode viver sem a sua companheira. Jamais houve um colibri que conseguisse resistir à morte da fêmea, eis a suprema grandeza de um amor. Mas como a colibri sabia disso, isso também sabia o dono do colibri viúvo. E, assim que a colibri morreu, o esperto dono, rapidamente, colocou diante do colibri vivo um espelho perfeitamente polido para que a avezinha não sentisse a falta da companheira. E como tal se buscava, tal se deu.

O colibri, que era míope ou narcisista, vendo-se refletido no espelho, considerou duplicada a sua vida e, assim, continuou vivendo, contarriando a lenda e a ornitologia. Mas lá veio o dia fatal em que um moleque atirou uma pedra na gaiola, tentando acertar o colibri. Não acertou o colibri mas acertou o espelho.

E logo, num minuto, olhando em volta, atônito, apalermado, o colibri entrou em pânico, em agonia, e sucumbiu.

O médico chegou apenas a tempo de constatar a morte declarar a causa: morreu de espelho partido.


Moral : Ninguém pode viver sem o reflexo da própria imagem.

ConSono - Biography

ConSono

ConSono biography

Formed in Södertälje, Sweden, 1990 by Jens Lindh and Magnus Bjärlind - disbanded in 2006.

1991 saw the release of their first cassette Onus Uteri, featuring eight tracks ranging from tribal sounds to experimental industrial. Onus Uteri was released on Sound Source, a side label of Cold Meat Industry.

ConSono contributed to a number of international compilations between 1991 and 1995, such as Le Cenacle, Karmanik Collection, Death Odors and more... Some of the tracks were reissued in 1995, when the album Hymns of Deceased Deities was released on Cold Meat Industry. The first edition was released in a special digipack sleeve with a 14-page booklet.

1998 brought the Ignoto Deo album, which was a substantial change in musical direction. The change in style was described by a lot of reviewers - one example was Outburn (USA): "[the]music itself is sensuous and alive, full of quirky rhythms that seem to slip away into darkened alleys; of cadences that whisper and timbres that breathe; of sonorous vocals that narrate the tales that compliment the delicate atmospheres created here; of lyrics that further enhance the mood". Another reviewer wrote: "NeoClassical-tinged compositions with a touch of Goth here and there and excellent evocative male vocals".