Novos sonhos se fazem presentes. Há uma clareira. Há um som retumbante.
Há uma canção e uma intensa luz dourada, cálida, encontro-me debaixo a uma faia com trajes simples, claros e leves, embainhando um florete com punho de ouro e haste de cristal ou algo parecido. Talvez gelo submarino. Noto que há um sabor refrescante em minha boca e um aroma inebriante circunda todo o local. Após tomar consciência, ponho-me de pé e penso investigar o local. No momento exato que me levanto a voz, por trás de mim, diz-me uma cortesia num idioma tão antigo que eu mesmo quase esquecera. Viro-me mas não vejo quem o disse e assumindo nova posição ouço a voz, novamente por detrás. Percebo que não importa para que lado olhe a voz sempre encontra-se atrás, sendo ouvida por sobre os ombros. Novamente ela fala, num idioma mais atual, e me questiona a presença. Reafirmo a minha inocência e fico sem entender, mas parece tudo tão real.
Odi et amo.
Fico ainda a imaginar qual seja o peso do que me fala, sem sequer dar-me conta do reconhecimento da voz. É Ele! Não pode ser outro a não ser Ele.
...
6.24.2011
6.20.2011
Amy Lee - Sally's Song
I sense there's something in the wind
That feels like tragedy's at hand
And though I'd like to stand by him
Can't shake this feeling that I have
The worst is just around the bend
And does he notice my feelings for him?
And will he see how much he means to me?
I think it's not to be
What will become of my dear friend?
Where will his actions leaves us then?
Although I'd like to join the crowd
In their enthusiastic cloud
Try as I may, it doesn't last
And will we ever end up together?
Oh oh...
And will we ever, end up together?
No I think not, it's never to become
For I am not... The one.
That feels like tragedy's at hand
And though I'd like to stand by him
Can't shake this feeling that I have
The worst is just around the bend
And does he notice my feelings for him?
And will he see how much he means to me?
I think it's not to be
What will become of my dear friend?
Where will his actions leaves us then?
Although I'd like to join the crowd
In their enthusiastic cloud
Try as I may, it doesn't last
And will we ever end up together?
Oh oh...
And will we ever, end up together?
No I think not, it's never to become
For I am not... The one.
Positividade
Nunca fui adepto à positividade em relação à concepções externas de Felicidade ou Tristeza. Em suma, nunca conheci a Felicidade da forma como ela é sugestionada em diversos veículos. Porém, confesso que estou experimentando algo novo nestes últimos dias, refiro-me talvez, à alegria.
Tenho passado mais tempo sorrindo do que ausente e isso fascina-me deveras.
Vejo pessoas e falo com elas, elas me respondem. Não sou mais tão invisível quanto antes. Ou talvez nunca fui, sentindo que os ignorava. Tenho dificuldade em ser bom, acho que já deixei bem claro.
Nestes últimos dias, mais precisamente (e ainda mais, noites) de sexta-feira até hoje, sinto-me renovado por um espírito de concordância. Desperto para uma realidade tão desejada e gosto do que vejo. Nunca pensei que companhia seria algo tão agradável, vejo-me enganado também quanto a isto. Consigo controlar toda esta Obsessão (descubro esta palavra encantada) até um certo nível e dali em diante tenho ajuda tão preciosa. O que ainda não posso dar-me a mim, consigo de fora e aparentemente de forma altruísta. Será? Não duvido ou desdenho por ora.
Ora-pro-Nóbis.
Como as coisas são, agora, enquanto escrevo sinto falta. Trocaria toda este momento literário por mais um pouco desta droga que chamam amor. Mas não devo cambalear quando me sentir agredido de alguma forma, amo-me mais do que amo o que vem de fora e junto com toda esta dedicação existe a necessidade de retribuição no mesmo valor. Não faço nada que não precise ser recompensado e minha furtiva (e alucinada) mente (Übermensch) vagueia aqui e acolá, procurando por algo que precise ser punido. Se nunca experimentei estas sensações, ainda não posso declarar se realmente gosto delas. Sinto-me inclinado, concordo, porém de inclinações o inferno está cheio.
Tenho passado mais tempo sorrindo do que ausente e isso fascina-me deveras.
Vejo pessoas e falo com elas, elas me respondem. Não sou mais tão invisível quanto antes. Ou talvez nunca fui, sentindo que os ignorava. Tenho dificuldade em ser bom, acho que já deixei bem claro.
Nestes últimos dias, mais precisamente (e ainda mais, noites) de sexta-feira até hoje, sinto-me renovado por um espírito de concordância. Desperto para uma realidade tão desejada e gosto do que vejo. Nunca pensei que companhia seria algo tão agradável, vejo-me enganado também quanto a isto. Consigo controlar toda esta Obsessão (descubro esta palavra encantada) até um certo nível e dali em diante tenho ajuda tão preciosa. O que ainda não posso dar-me a mim, consigo de fora e aparentemente de forma altruísta. Será? Não duvido ou desdenho por ora.
Ora-pro-Nóbis.
Como as coisas são, agora, enquanto escrevo sinto falta. Trocaria toda este momento literário por mais um pouco desta droga que chamam amor. Mas não devo cambalear quando me sentir agredido de alguma forma, amo-me mais do que amo o que vem de fora e junto com toda esta dedicação existe a necessidade de retribuição no mesmo valor. Não faço nada que não precise ser recompensado e minha furtiva (e alucinada) mente (Übermensch) vagueia aqui e acolá, procurando por algo que precise ser punido. Se nunca experimentei estas sensações, ainda não posso declarar se realmente gosto delas. Sinto-me inclinado, concordo, porém de inclinações o inferno está cheio.
Assinar:
Postagens (Atom)