Talvez seja interessante, após o comment sobre raízes, alertá-los sobre algumas origens comuns em contos vampíricos (ou na nossa realidade). É notório que temos grandes 'colaboradores' na divulgação de uma certa necessidade expressiva cautelosa, como chamamos. Os seres humanos têm em si um enorme temor pelo que não conhecem e este fator pode ser a ruína para entidades sobrenaturais. Mostrá-los mínimos décimos do que somos os tornam cúmplices. Fato.
Logo, pequenas almas que pensam conhecer nosso reino falam sobre fórmulas mágicas e feitiços - Todos brutalmente antagônicos à realidade. Porém, destacáveis almas conhecem em nível intermediário a essência deste Mal. Portanto, certos protocolos serão seguidos por outros que apreciam o trabalho e a introdução nesta cadaveria subsistencial. Métodos de transformação, locais, presenças, anatomia e até nomes poderão ser compartilhados, o que não torna o contexto uma cópia e sim uma outra versão do que acontece. Outro fato extremamente conhecido e confortável é o dinamismo com que histórias são adaptadas ao emissor e tão impelidas ao receptor final. Reitero, só por que fatos simplórios são citados não significa que a obra deva ser acusada ou que o fato deva ser negligenciado.
Ouvem as Grandes almas os que se assemelham, do lixo que sobra queremos distancia.
Mantenho minha observação ao mundo e sempre aguardando novos sinais. Apareçam, apareçam, sejam vocês quem forem.
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