9.21.2011

Pausa


Pensei em escrever algo, não sabia o que poderia ser. Dizer que o dia hoje reservara surpresas para mim é redundante, cada dia é sempre novo. Falar sobre como fui ovacionado diante de uma classe, seria pedante. Não?

Mudando a concepção, falar sobre minha intrínseca reprovação aos atos alheios seria forçado demais. ( Pausa: o telefone vibrou. Pensei ser ele. Engano )

E enquanto eu pensar que a história escreve a si própria estarei seguro?

Continuo acreditando que a qualquer momento o telefone vibrará com uma boa nova. Talvez seja apenas ele, que eu tanto amei - e amo - dizendo que tampouco este amor mudou.


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