E mais uma vez eu o fiz.
Criei meu monstro, com minhas formas e parte da minha voz. Minhas feições, meus trejeitos - dos mais másculos - e minha delicadeza purista Elizabetana. O alimentei, ensinei-lhe a falar sobre seus sentimentos, demonstrei como é o nosso amor e por fim, o matei.
Era um estorvo e será melhor assim. Fim.
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