11.28.2011

Innocente - Delerium


Hear it here .


You can't see my eyes
You can't see my eyes
They don't see yours
Hear me when I say
I don't mind at all

It's the rain that I hear coming
Not a stranger or a ghost
It's the quiet of a storm approaching
That I fear the most
It's the pain that I hear coming
The slightest crystal tear, drops to the ground
In silence, when my love is near.
Darling, when did you fall? When was it over?
Darling when? When did you fall? When was it over?

It's marching through my door now
The stony cold of lonesome
A bell tolls for my heart and then my lonesome song begins
It's marching through my door now
The stony cold of lonesome
A bell tolls for my heart and now my lonesome song begins

Darling, when did you cry? I couldn't hear you
Darling when? When did you cry? I couldn't hear you

I suppose it is the price of falling in love
I suppose it is the price of falling in love

It's the rain that I hear coming
Not a stranger, not a ghost
Of the quiet of a storm approaching
That i fear the most
It's the pain that i hear coming

The slightest crystal tear drops to the ground
In silence when my love is near
It's marching through my door now the stony cold of lonesome
A bell tolls for my heart and now my lonesome song will end

Darling when did we fall? When was it over?
Darling when? When did we fall? When was it over?

I suppose it is the price of falling in love.
I fear that it's the price of falling in love.


11.15.2011

Petit palavras

Ele escreve:

‎"Não é preciso uma verdade nova, uma aventura,
Para encontrar nas luzes que se acendem um brilho eterno
E dar as mãos e dar de se além do próprio gesto
E descobrir feliz que o amor esconde outro universo"

Eu me pergunto:

- o que será que significa?


Síndrome de Superman


É.

Pode ser realmente considerada uma síndrome esta nossa necessidade - quando digo 'nossa', acrescento aqui os lordes restantes que valorizam a intelectualidade, elegância, educação e cavalheirismo tão desconsiderado nesta época atual - de estar sempre a frente do tempo, ajudar mocinhas (e mocinhos) necessitados, demonstrar a cultura rica que adquirimos e principalmente, JAMAIS temer o mundo que se mostra à nossas têmporas.
Não sou o melhor para falar sobre o assunto, pois, indescritivelmente, não sou homem para colocar-me completamente dentro desta questão. Porém, estando alguns passos acima da hombridade (e masculinidade) espalho o conhecimento.
 
 Considerar-se um superhomen não é apenas achar que pode deter carros e voar, visão de raio-X ou invulnerabilidade. Tampouco é achar que detém o conhecimento total do universo - o nome disso é megalomania. Pensar como um superhomem é conhecer todas as obrigações e vale-las sempre que possível. É crescer dentro de si para um bem de todos. É reconhecer seu espaço.

Claro, existe a outra parte da síndrome e nesta sim, me encaixo mais perfeitamente: a noção da exacerbada fragilidade externa. Nunca podemos usar nossa Toda-Força em objetos com medo deles quebrarem. Não se pode apressar muito o passo com receio de isso criar um tornado pelas nossas passadas. É coordenar os sentidos para não parecer estranho ouvir uma conversa a dez milhas de distancia ou enxergar objetos microscópicos. É estar o tempo todo alerta mas não deixar que os outros percebam. É ser extremamente delicado com tudo, com a total certeza de nossa superioridade.

Também, incluindo aqui o conceito do Übermensch de Nietzsche com sua prosopopéia de morte divina e idealismo ficcional.


É saber que vivemos num mundo de papelão e a qualquer momento ele pode ruir, ao nosso toque ou ao nosso sopro.


Alguns artigos ótimos sobre o assunto que valem a pena serem lidos:


Pegadas da Marcha - síndrome de Superman


GoogleDocs - El sindrome de superman por Chuck Swindoll



Lately


Os caracteres, que escrevo com minha pena, estão desvanecendo.
A incontestável parte mágica do meu ego, que outrora tão afável e negligentemente subtil, escoa com minha parte desumana latente. Por diversas cores eu sou encontrado e até sem cor, dependendo da conjunção celeste entre as constelações de Andrômeda e da Palma da mão de Virgo.
Lamúrios, lamentos, raiva, pesadelo, dor palpável.
Mas longe de ser algo rejeitado é desejável. Moldo-me ao que preciso e isso alegra-me deveras. Não há dor que eu não tenha já suportado e não haverá ainda no mundo alguém que possa me infligir mais dissabores do que eu mesmo. Não almejo ser mais nada além do que fui.
Não são palavras melancólicas entretanto.

São apenas palavras.